Meio verdes
Por jcarino | Categoria Minhas crônicas

Um velho barco
Por jcarino | Categoria Desenhos e pinturas

Natureza-morta com garrafas e frutas
Por jcarino | Categoria Desenhos e pinturas
Gosto muito de aquarelas. Contemplá-las é um prazer; tentar pintá-las, um desafio. E eu continuo tentando.
Acima, uma aquarela recente: Natureza-morta com garrafas e frutas.
Natureza-morta com pimenta
Por jcarino | Categoria Desenhos e pinturas
Gosto muito de aquarelas. Contemplá-las é um prazer; tentar pintá-las, um desafio. E eu continuo tentando.
Acima, uma aquarela recente: Natureza-morta com pimenta.
Pouco mérito meu; muita competência da professora Vera Braga.Antes da tempestade
Por jcarino | Categoria Fotovivendo...

Como tem acontecido quase todas as tardes neste verão, o céu enegreceu com nuvens ameaçadoras. Saquei da máquina e, de minha janela, fiz a foto que partilho com vocês.
Fotos na antiga estrada Rio-Petrópolis
Por jcarino | Categoria Fotovivendo...
Amigos:
No passado, o caminho para Petrópolis era pela estrada antiga, que passa ali por Imbarê, Vila Inhomirim, etc. A Estrada Velha da Estrela, denominação antiga desse caminho, está lá, é de paralelepípedos e está bem conservada.
No feriado agora, dia 20, subi por ali e fiz algumas fotos. Quem desejar ver outras fotos, além das acima, basta clicar numa dessas que aí estão.
Cordiais abraços.
Carino
O fascínio das roupas velhas
Por jcarino | Categoria Minhas crônicas
Eis minha crônica desta semana.
Quase todo mundo parece ter fascínio por peças de roupa velhas. Aquela camisa, aquele vestido, aquela calça, aquela saia têm alguma coisa que faz com que nos prendamos a elas, coisa que as roupas, quando novas, não nos podem oferecer.
Que mistério envolve essas roupas usadas que as fazem despertar nossa atenção? O conforto, sem dúvida, é parte disso. Nosso corpo e a peça de roupa criam uma simbiose; a textura, da pele e da roupa, se harmonizam; as dobras, da roupa e da pele, se adequam absolutamente. Com isso, sentimo-nos à vontade, num conforto impossível de conseguir com roupas recém-chegadas, peças que ainda não estabeleceram essa espécie de cumplicidade com nosso corpo, e que as torna quase parte dele.
Uma roupa velha é confortável até por causa de seu cheiro. Ou, talvez, porque, a despeito das mais eficientes lavagens, incorporou o nosso cheiro. Então, nossas células e as fibras do tecido, parecem ter se amalgamado, se fundido, compondo uma trama única, que às vezes dá a impressão de que o tecido e nossa pele são a mesma coisa. Quando isso acontece, o conforto é total e insubstituível.
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Viva a imaginação!
Por jcarino | Categoria Minhas crônicas
Apresento a seguir mais uma de minhas crônicas semanais, que publico toda terça-feira.

Cresci no tempo do rádio, tempo em que a imaginação imperava.
Vivemos, hoje, um tempo audiovisual, talvez muito mais visual do que auditivo. Sobretudo com o império da televisão, e depois das transmissões pela Internet, a predominância das imagens é inconteste. Ver parece ter se tornado sinônimo de viver.
Naquele tempo, o cinema, com sua imensa magia, precisava ser buscado; era necessário ir aos cinemas, que se multiplicavam celeremente. As fotografias impressas nos jornais e nas revistas também se precisava buscá-las. Mas o rádio penetrava em tudo. E, melhor, não exigia a atenção total, a concentração absoluta; ouvia-se sem que houvesse uma exclusividade mobilizadora: podia-se ouvir simplesmente fazendo outras coisas.
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A alma das praias
Por jcarino | Categoria Minhas crônicas
Toda terça-feira publico crônica inédita, neste espaço e no site Crônicas Cariocas. Eis a desta semana.
Para acessar mais de cem crônicas de minha autoria, clique na ilustração.
Que me perdoem as cidades sem mar, mas o beijo das praias é fundamental.
Toda cidade é linda: as das serras e montanhas, as das planícies, as situadas nos prados. Umas quase tocam os céus; outras olham de cima as imensas distâncias; outras ainda aninham-se nos acolhedores mantos de florestas. Mas as que têm praias… Ah, as praias…
O sol é um artista caprichoso. Durante grande parte do ano, reduz seu poder de iluminar e aquecer. Parece que está guardando e potencializando sua energia para criar os dias de intenso calor.
Cúmplice, o oceano recebe do astro-maior o lento, cuidadoso, elaborado presente que faz com que suas águas se tornem cálidas, nesses dias de pleno sol. Então, mesmo o vento, buliçoso e brincalhão, que adora esfriar dias e noites, se rende à majestade solar e, aos poucos, vai-se amornando e transformando-se na brisa que aquece gente, bichos, vegetação – tudo enfim.
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Bananas e bananeiras
Por jcarino | Categoria Minhas crônicas
Terça-feira é dia de crônica nova. Aí está ela:
Gosto muito de bananas. E de bananeiras.
A bananeira é bela na exuberância de suas folhas, que parecem formar um estojo, em que o cacho de bananas sobressai, amarelinho, como um pingente de ouro num estojo de veludo verde.
Sempre imagino que existe uma grande nobreza na apresentação das bananeiras. Folhas largas, fortes, longas vão se multiplicando até a formação de uma grande touceira, que sobressai em meio à vegetação, mesmo quando ainda não produziu a dádiva de ouro do cacho com as bananas maduras.
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